[Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ] [Escola de Química - UFRJ]

Núcleo de Estudos Industriais e Tecnológicos - UFRJ

centro de excelência na área de Gestão da Inovação, Inteligência Competitiva,
Prospecção Tecnológica e Monitoramento Tecnológico e Mercadológico

Boeing e Embraer inauguram Centro de Pesquisa em Biocombustíveis Sustentáveis para a Aviação

O Centro Conjunto de Pesquisa Boeing-Embraer, resultado da parceria entre as duas principais fabricantes de aeronaves do mundo, foi instalado no Parque Tecnológico de São José dos Campos, São Paulo. A Boeing e a Embraer assinaram um acordo para conduzir e financiar pesquisas com universidades e outras instituições brasileiras e compartilhar a propriedade intelectual desenvolvida pelo centro de pesquisa.

Um dos seis centros internacionais de pesquisa avançada da Boeing, a Boeing Pesquisa e Tecnologia Brasil (BR&T-Brasil), será responsável por liderar a colaboração. Boeing também possui projetos para desenvolvimento de biocombustíveis nos Estados Unidos, Oriente Médio, África, Europa, China, Japão, sudeste asiático e Austrália.

O Brasil é pioneiro no desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, nas indústrias de etanol e de biodiesel e pretende ser protagonista no desenvolvimento biocombustíveis para a indústria de aviação. As pesquisas terão como foco o desenvolvimento de tecnologias a fim de consolidar o estabelecimento da indústria de combustíveis sustentáveis para aviação no Brasil e devem abordar temas como produção de matérias-primas, análises técnico-econômicas, estudos de viabilidade econômica e tecnologias de processamento.

Boeing e Embraer já trabalharam em conjunto para o desenvolvimento da área de biocombustíveis sustentáveis para a aviação. Entre 2012 e 2013 Boeing, Embraer, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) realizaram workshops no Brasil e em 2014 publicaram o estudo “Plano de Voo para Biocombustíveis de Aviação no Brasil”, identificando os desafios no estabelecimento dessa indústria. Segundo estudos, os biocombustíveis sustentáveis para a aviação emitem entre 50% a 80% menos carbono ao longo de seu ciclo de vida do que o combustível de aviação de origem fóssil.

Fonte: MaxiQuim

COMENTÁRIOS

REDES SOCIAIS_