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Comitê Técnico Consultivo do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras realiza sua primeira reunião

Membros do Comitê Técnico Consultivo do Instituto Senai de Inovação (ISI) em Biossintéticos e Fibras

 

 

O Comitê Técnico Consultivo do Instituto Senai de Inovação (ISI) em Biossintéticos e Fibras realizou, no dia 3 de maio, sua primeira reunião na sede do ISI, no Rio de Janeiro. O comitê foi criado com o objetivo de fomentar a aproximação e interlocução entre os principais stakeholders do sistema de inovação brasileiro e também propiciar um fórum de discussões para auxiliar o Instituto quanto ao posicionamento estratégico e seu desempenho tecnológico e financeiro, de forma a que o ISI tenha um crescimento contínuo e que a pesquisa aplicada e inovação nas áreas de transformação química, engenharia de processos, biologia sintética e fibras se consolide no Brasil.

 

 

Metade do Comitê é constituído por representantes do setor produtivo e a outra metade se divide entre governo e academia. O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo é o presidente do Comitê; por parte da indústria também participam o gerente de P&D da Oxiteno, André Conde, o diretor para a América Latina de P&D da Solvay, Gabriel Gorescu, o diretor de P&D da Elekeiroz, Rafael Pellicciotta, o diretor de P&D da Buckman, Luis Langbeck, e o diretor global de P&D da Braskem, Patrick Teyssonneyre. Por parte do governo participam o secretário de Estado da Secretaria de Políticas de Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTIC), professor Jailson de Andrade; a chefe de Departamento de Indústria Química do BNDES, Priscila Branquinho; e o presidente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, Luis Otávio Pimentel. Finalmente, por parte da academia, estavam presentes os Professores Dr. Fernando Galembeck, da Unicamp, Dr. José Carlos Pinto, COPPE/ UFRJ e Parque Tecnológico do Fundão, e Dr. Luuk van der Wielen, Delft University (NL).

 

 

Além dos elogios ao plano de negócios e ao desempenho do Instituto, que já possui cerca de R$ 12 milhões em projetos contratados em menos de dois anos, o Comitê expôs suas sugestões e orientações para a gestão do ISI. Entre elas, destacam-se a importância de uma área de inteligência tecnológica e que o Instituto sirva também como suporte para empreendedores da química. A área de inteligência fornecerá para as empresas informações de tecnologias e mercado para orientar as atividades de P, D&I das empresas e tomadas de decisão a respeito de investimentos; e a segunda tem como objetivo tornar o ISI um berço para novas empresas e apoio para o crescimento e pleno desenvolvimento de pequenas empresas do setor.

 

O Comitê terá mandato de dois anos se reunirá de seis em seis meses.

 

Fonte: Abiquim Informa

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