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Compósitos na indústria aeroespacial:
tanques criogênicos

A NASA escolheu a empresa Boieng para desenvolver, produzir e testar dois tipos de tanques propulsores criogênicos de baixo peso feitos de materiais compósitos. A agência espacial americana acredita que esse esforço irá impulsionar diversos avanços tecnológicos para com os materiais compósitos e que poderão ser empregados nas futuras missões da NASA.

Segundo a NASA, a Boeing receberá aproximadamente U$ 24 milhões no decorrer do Projeto de Tecnologia Espacial que começa ainda no mês de outubro. A previsão de início dos testes dos tanques criogênicos está programada ser em 2013 na base da NASA localizada no Alaska, chamada de Marshall Space Flight Center. Os tanques apresentarão o mesmo design daqueles fabricados atualmente e serão produzidos no diâmetro de 10 metros ou mais. O objetivo deste projeto é alcançar a redução do peso dos tanques em 30% e, o mais interessante, reduzir em 25% os custos em comparação com os tanques metálicos. Além disso, somente com a redução de peso, outros objetos e equipamentos adicionais poderão ser transportados nas missões.

Analisando de forma mais ampla, percebe-se que indústria de compósitos avança cada vez mais para o desenvolvimento de produtos de alta performance, sendo que esse tanques poderão ser usados futuramente em veículos que transportam cargas pesadas e/ou em outras aplicações aeroespaciais. Estes investimentos em tecnologia feitos pela NASA não só mostram os esforços em tornar acessíveis os materiais de alto desempenho, mas também, podendo tornar alguns produtos factíveis de serem produzidos em escala industrial.

 

Fonte: MaxiQuim

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