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Raízen: a joint venture entre Shell e Cosan

A bandeira Esso não existirá mais no Brasil, determinação do presidente do grupo Cosan, Rubens Ometto. A Cosan em parceria com a Royal Dutch Shell forma a Raízen, nome resultante da união das palavras raiz (da cana-de-açúcar) e energia.

Segundo o ex-presidente da Shell no Brasil Vasco Dias, a nova companhia será a terceira maior distribuidora de combustíveis no país e terá faturamento anual de aproximadamente 21 bilhões de dólares (50 bilhões de reais).

Com essa associação, a marca Esso será transferida para a Shell no prazo de 36 meses. E como anunciado em fevereiro de 2010, serão criadas três empresas: a empresa responsável pela administração, onde cada empresa terá 50% de ações. Uma de distribuição de combustíveis, onde a Shell terá 51% das ações e a Cosan 49%, e uma empresa de açúcar e etanol, na qual a Cosan terá 51% das ações e a Shell ficará com os 49% restantes.

O grupo pretende inserir o etanol brasileiro na Europa e na Ásia, aproveitando-se do estreitamento das relações da Shell nesses continentes. O início das operações da Raízen está previsto para o fim do 1° semestre de 2011. E o planejamento aprovado pelo conselho da empresa é, em 5 anos, elevar a produção de cana-de-açúcar da joint venture de 62 milhões de toneladas para 100 milhões. Outra meta estipulada pelo grupo é aumentar a produção de açúcar de 4 milhões de toneladas para 6 milhões. E dentro deste mesmo contexto, também é previsto, aumento na produção de etanol passando dos 2,2 bilhões de litros produzidos atualmente para 5 bilhões de litros.

A nova companhia já começa com 23 usinas processadoras de cana e 4,5 mil postos de combustíveis. As usinas incluídas na Raízen deverão elevar a geração de energia produzida por cogeração de 900 megawatts para 1300 megawatts.

Fonte: MaxiQuim, 15.02.2011.

Raízen: a joint venture entre Shell e Cosan

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